ESPAÇO DE TERAPIAS ORIENTAIS E MASSOTERAPIA

MASSAGENS - TERAPÊUTICA, ESTÉTICA, RELAXANTE, DRENAGEM LINFÁTICA

ESTÉTICA FACIAL E CORPORAL

VENTOSATERAPIA
MOXABUSTÃO
ACUPUNTURA (TRADICIONAL CHINESA)
STIPER
GEOTERAPIA
CROMOTERAPIA
AROMATERAPIA
MAGNETOTERAPIA

ESTÉTICA FACIAL COM ACUPUNTURA OU MAGNETOTERAPIA

sábado, 27 de agosto de 2011

CONTRATURAS E SOMATISAÇÃO

         Por que tantas pessoas estão com contraturas próximo ás escápulas?

         As escápulas nos permitem realizar os movimentos amplos dos braços como erguê-los para pegar coisas que estão no alto; nadar; jogar vôlei, etc.
         Tenho me perguntado por que tantas pessoas têm (são raras as que não têm e a maioria nem sabe tê-las) contraturas na região torácica que prendem a musculatura envolta da escápula, encurtando ou dificultando o movimento dos braços. Isto é ocasionado principalmente por movimentos bruscos e levantamento de excesso de peso, o que não está presente na maior parte dos casos dos pacientes. Então por que a maioria de nós tem estes “nós” nesta região?
         Em uma de minhas primeiras aulas do Curso de Massoterapia da Escola Shantala o professor Júlio Pietro falou sobre a importância do toque, do abraço, da atenção ao próximo. Isso me veio à mente quando levantei esta questão.
         Se as escápulas nos permitem o amplo movimento dos braços devemos estar atrofiando esta função ao nos retrairmos. Penso que quando deixamos de abraçar sem medo; dar carinhosamente a atenção e carinho ao próximo devemos começar a somatizar. O corre-corre da vida moderna está nos afastando uns dos outros ao ponto da pessoa estar na nossa frente e nós dissermos ao nos despedir “até logo um abraço”. Mas por que não abraçá-la se ela está ali? Parece que receamos contatos ao mesmo tempo em que aumenta o número de pessoas carentes. As pessoas estão tão carentes que emendam um relacionamento no outro fazendo suas projeções sem verem a realidade. Sem verem o outro de forma real. Tenho visto pacientes que afirmam agora ter encontrado sua “alma gêmea perfeita” pela décima quinta vez consecutiva e ligada no “piloto automático”. A ânsia por encontrar e possuir alguém de uma forma quase simbiótica está aumentando proporcionalmente à falta de abertura a troca incondicional de carinho às pessoas à volta. Procuramos “alguém especial” com tantas pessoas por perto diariamente. Mas não percebemos que nós é que devemos nos tornar excelentes na arte de nos abrirmos á VIDA nos relacionando, tocando o companheiro que está com problemas; abraçando verdadeira e amorosamente o colega que está com dor; “abrindo os braços” e acolhendo quem nos magoou ou injustiçou por ignorância (pois que isto cura também nosso ego e auto-importância), dando-nos a chance de perdoar e só então seguirmos em frente equilibrados de corpo, mente e moções.
         Penso que esta verdadeira abertura é à base da questão para nos movimentarmos de forma mais ampla e salutar e abraçarmos as oportunidades, os outros seres e mantermos a nossa saúde emocional saudável, sem somatização.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

UM POUCO DA MINHA HISTÓRIA


Infância

Lançando um olhar à minha infância recordo de brincar com crianças da vizinhança. Na época não compreendia o que acontecia, mas “não tinha graça” de brincarem de esconde-esconde comigo, uma vez que sempre os encontrava facilmente. Achavam que eu “espiava”. Nada disso!
Aos cinco e seis anos era natural para eu ouvir meus amiguinhos falando – enquanto estavam escondidos de mim em alguma outra casa. Mas eu os ouvia nitidamente e ia direto onde estavam escondidos. De tanto dizerem que “não era possível” eu os ouvir, acreditei e parei de ouvir.
Aos onze chorei durante toda à noite porque minha “biza” foi levada deste mundo. Sabia que tinha partido e estava chorando de saudade, ela que era “um anjo só meu e de Jesus”, como eu dizia sem que ela conseguisse me ouvir (estava com 91 anos). Quando meus pais me acordaram às seis horas da manhã para me contar e levar para o velório eu já estava com o rosto inchado de tanto chorar. Mas para eles eu havia tido “apenas um pesadelo”. Eu “não podia” saber o que tinha acontecido. E mais uma vez eu acreditei.
No Jardim de Infância, antes de passar à primeira série (estudava no Menino Jesus em Passo Fundo), fui gentilmente convidada a trocar de escola. As freiras pediram para os meus pais se havia a possibilidade de fazerem esta troca. É que toda à tarde no início das aulas tinha que orar: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”... Só que eu orava assim: Em nome do Pai, da Mãe e do Filho, etc. Todo o dia a mesma coisa e lá ia eu ficar com o nariz colado na parede de costas para a turma, de castigo. Quando saía do castigo não parava de retrucar, queria saber “onde estava a Mãe” no coração delas.
Muitos pequenos “incidentes” aconteceram nos anos seguintes. Como eu sonhar que certo colega estava com a boca toda machucada e na manhã seguinte tal colega estar com a mesma roupa e machucados que havia sonhado.
Ao mesmo tempo em que minha família esforçava-se para me fazer crer que eu “não tinha como saber destas coisas” que via, ouvia e sonhava, então eles resolveram me “ajudar”. Aos sete anos me levaram ao Centro Espírita Dias da Cruz em Passo Fundo, onde morava, para a “Evangelização”. Aos quatorze já fazia parte do Grupo de Desenvolvimento Mediúnico dos “grandes”. Um grupo de pessoas entre vinte e vinte oito anos com seus debates que eu não gostava de participar. Lá fora, no mundo real onde eu queria realmente estar para me relacionar (sedenta de conhecimento como sempre), tentava compreender alguns. É que minha “marca registrada”: desde que me conheço eu sempre me perguntei por que os adultos agiam de certa forma. Intrigava-me o jeito dos adultos agirem e eu estava sempre metida no meio dos mais velhos para saber por que... Só que aí entrei em conflito porque justamente quem me orientava a estar sempre pronta a “ajudar” passou a me criticar. Eu não podia colocar em prática o que aprendia porque eles me diriam quando eu deveria fazê-lo, quando achassem que eu estivesse pronta para “não cair em tentação”. Ok”. Só que isso não servia para mim.

Adolescência

Minha adolescência passou no Oeste Catarinense. Coisas realmente fantásticas aconteceram por lá, mas eu só pude entender e explicar as coisas que ocorria muitos anos depois (1996), quando conheci as obras de Joseph Campbell, para mim o maior mitólogo que já existiu. Foram suas explicações do que seria “participação mística” com a Natureza que finalmente compreendi. Sempre estive inserida no contexto da natureza: pescarias com a família, nadar em rios, cachoeiras (minha verdadeira paixão), mar, etc. Também brincadeiras no meio rural. Mas foi somente em Santa Catarina na minha adolescência e o desbravamento das cachoeiras da região que vivenciei esta participação de forma tão acentuada e abençoada.
Nas cachoeiras sempre íamos em grupos e eu quase sempre descalço. Nunca tive machucados ou espinhos nos pés; enquanto o grupo se via rolando penhasco abaixo, com esfolamentos e muitos machucados e eu nunca sofria nada. Eu simplesmente sabia como pisar; sabia onde colocar as mãos para me apoiar (sem nunca ser ferida pelas aranhas e insetos peçonhentos). E o que realmente me chamava mais a atenção: eu sempre sabia quando uma cobra estava passando por nós. Eu avisava que a cobra estava ali enquanto passava naturalmente pelo seu lado. Os outros corriam assustados e na maior parte das vezes as matavam, para meu desgosto. Eu simplesmente sabia porque fazia parte de cada pedaço de árvore, chá, pedra da cachoeira (que escalava sem nunca cair das pedras escorregadias e dava “mortal” sem conhecer o locar, etc). Eu fazia parte daquilo tudo, eu amava toda aquela natureza de uma forma que só quem vivenciou a participação mística com Ela pode sentir.
Lembro dos morcegos à noite, lua cheia e o céu todo claro. Os morcegos voam, banham-se na cachoeira e voltam a voar com um som muito alto; uma noite eram tantos que o som parecia o de centenas de tesouras abrindo e fechando, abrindo e fechando. Era como se depois do vôo em que se banhassem soltassem uma homenagem, um agradecimento pelo banho. Eu era fascinada por eles, tão distante de nossas mãos...
Foi aos onze que decidi o que iria ser quando crescesse: psicóloga ou outra profissão que pudesse estudar o comportamento humano. Comecei a estudar psicologia, numerologia, astrologia e orientada pelo meu avô (o farol da minha vida, então), filosofia, magia, tarô, mediunidade e muitos outros. Meu avô era um dos médiuns do Centro Espírita Kardecista já citado.
Em nenhum momento deixei de estudar e pesquisar, mas passei por períodos de bastante rebeldia onde desperdicei muita energia, tempo e potencial. A revolta pelo Karma pessoal e biológico foi uma constante dos dezenove aos vinte e cinco anos.

O início do verdadeiro amadurecimento

Aos vinte e cinco anos cheguei a Porto Alegre e já nos primeiros meses conheci “Dona Marília”, ex-sociedade de Teosofia, estudante e ministrante de cursos de Tarô e Astrologia. Quando nos conhecemos foi logo dizendo que o “bócio da tireóide” que eu tinha era psicossomático, estava crescendo porque eu não me expressava corretamente e desperdiçava meu dom de cura. Propôs-se então a me “ensinar o que sabia” e me dar parte do seu material desde que eu orientasse futuramente quem passasse por processo semelhante. Aceitei!
Foram seis meses de tratamento (e a endocrinologista esperando para realizar a cirurgia). No terceiro mês eu não tinha mais o bócio externamente e no sexto nem internamente. Foi com esta experiência e encorajada por ela que decidi seguir o Caminho Esotérico Holístico (que trabalho o ser humano completo, corpo, mente, emoções e energético/espiritual) em tempo integral. Passei três meses “trabalhando o tarô e formas de harmonização (gemoterapia, cromoterapia e estudo dos chakras) no espaço dela (Zona Sul Porto Alegre), onde atendia sob o seu agendamento e supervisão. Também nesta época tive um treinamento com o parapsicólogo Paulo Soares onde voltei a “ouvir e ver” como na infância”.
Em 1997 conheci a Ordem Rosa-cruz Amorc, filosofia que diariamente uso pessoalmente e para orientação dos meus alunos. Desde esta época tenho me aperfeiçoado como Orientadora Holística, palestrante e encorajadora de toda busca de equilíbrio, paz e unicidade com a Fonte Cósmica Universal através de consultas diretas, on-line, palestras, cursos e muitas mensagens compartilhadas com todos os que sinceramente buscam o significado.
Sou autora de um livro ainda não editado e registrado na BN/RJ “Deus Interior – o Espelho da Alma” e mensalmente disponibilizo palestras, livre cursos e encontros de energização e alinhamento energético.
Sou mãe, mulher, amiga, profissional e acima de tudo a eterna buscadora da compreensão do ser humano, por quem sou fascinada, apaixonada por ver e sentir nosso potencial.
Só depende de nós... Podemos ser a eterna vítima esperando por salvamento (passivos) ou os heróis que trilham o caminho do desconhecido, vencendo os dragões do medo para conquistar a Grande Obra. Nosso equilíbrio (eus Superior e inferior) e unificação com a Fonte.
         2011 – Atualmente me formando em Massoterapia pela Escola Shantala em Porto Alegre.
         Cursando MTC – Curso de Medicina Tradicional Chinesa na mesma escola.
         Aprofundando o estudo sobre Kabala – os 22 caminhos e como usá-los como mapa de consciência.

VENTOSATERAPIA

  Ventosa é um método milenar, simples e natural de grande eficácia que tem por objetivo eliminar a dor; soltar a musculatura contraída (encurtada). Dá ótimos resultados na desintoxicação (eliminação de toxinas) em casos de má circulação e ajuda a eliminar o Fibro Edema Gelóide (Celulite) antes que esta evolua para uma Fibrose.
         Por não possuir contra-indicações é muito usada também para tratar pacientes cardíacos, com trombose, deficiência renal e com pressão arterial elevada; isto é, pode ser usada em paciente onde a massagem é contra-indicada.
         A Terapia com Ventosa não desintoxica apenas a pele e a musculatura, mas também os órgãos internos. Pacientes que não podem receber massagem devido a contra-indicação devem fazer esta terapia para soltar a musculatura e os líquidos intersticiais e toxinas presas em locais que não podem ser diretamente manipulados para não se ativar a circulação venosa.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CONTRA-INDICAÇÕES NA MASSAGEM

         Nem todas as pessoas podem receber massagem. Saiba por quê:

         A massagem ativa a circulação sanguínea e o retorno venoso (auxilia o sangue venoso, que leva toxinas e gás carbônico em sua trajetória de subida).
 Isto é, o sangue com glicogênio desce pelo sistema cardiovascular nutrindo todo o organismo.  O sangue venoso (precisa subir) é mais pesado e tem que fazer um esforço duplicado para subir por causa da ação da gravidade.
         A circulação sanguínea e o retorno venoso são ativados e pacientes cardíacos, com trombos, pressão arterial elevada ou paciente com deficiência renal não podem receber massagem.

         Pessoas com pressão arterial elevada ou cardíaca teriam a pressão mais alta ao final da sessão de massoterapia. Os cardíacos teriam o perigo de uma veia se romper devido a um aumento do trabalho do músculo cardíaco. O trabalho sobre o Sistema Linfático pode congestionar os rins de pacientes com insuficiência renal. No caso de trombos, estes poderiam se deslocar e provocar coágulos no cérebro, embolia pulmonar (impedindo a oxigenação do sangue). MAS EM TODOS ESTES CASOS É INDICADO O TRATAMENTO COM VENTOSA.

         Consultar um massoterapeuta responsável e consciente é fundamental para se fazer um tratamento seguro.

MASSAGEM TERAPÊUTICA

A Massagem Terapêutica é indicada para tratar contraturas musculares, musculatura contraída, problemas de coluna: Escoliose, Lordose, Cifose, Retificação, Cervicalgia, Ciático. É um tipo de massagem mais profunda e intensa, trabalhando sobre a musculatura e diretamente sobre o problema a ser tratado (diferente da Massagem Relaxante, por exemplo). Ela alonga a musculatura que está encurtando (contraída), devolvendo a natural elasticidade e contratilidade da musculatura, eliminando a deficiência circulatória destes locais (o que faz reter líquidos e criar edemas e reter toxinas) e liberando assim as vértebras que estavam presas. Isto traz as vértebras e os músculos para a sua natural posição anatômicos, deixando a coluna (e a postura) novamente saudável.

         A Massagem Terapêutica para ser eficiente deve ser encarada (e de fato é) um tratamento devendo ser realizada duas vezes por semana por um período que varia de um mês e meio a três meses (dependendo do paciente).

         A Massagem Terapêutica é um MÉTODO NATURAL e sem efeitos colaterais, requerendo a seriedade e dedicação do terapeuta e do paciente. Ao se insistir em fazê-la uma vez por semana ou num intervalo de tempo ainda maior se dá a chance para a musculatura que estava começando a ceder com o tratamento voltar a se contrair. Com este intervalo de tempo maior do que o adequado o paciente e terapeuta voltam à estaca zero, dando voltas ao mesmo problema, com gastos de tempo, energia, dinheiro e paciência de forma desnecessária.

         O tratamento com a Massagem Terapêutica realizado duas vezes por semana é intensificado com o uso de Ventosaterapia e substâncias naturais usadas nos cremes terapêuticos como a Arnica, Cânfora, Bálsamo de Floravante, entre outros.

SENTIMENTOS E ATITUDES QUE AFETAM O FUNCIONAMENTO DOS INTESTINOS


         Sabe aquela forma de viver que analisa todas as situações e circunstâncias da vida e que tem sempre um julgamento precipitado e preconceituoso? A mente que não pára de processar e raciocinar e pesar? Aquela visão predominantemente mental da vida?
         Esse é um jeito de vivenciar a vida de uma forma puramente mental e que dificulta “absorvermos” o melhor das circunstâncias e experiências, uma vez que o Intestino Delgado (I.D.) é o grande processador alimentar (alimentos líquidos e sólidos) e absorvedor de nutrientes e vitaminas necessários ao organismo.  Essas atitudes impedem ou dificultam a absorção dos nutrientes e vitaminas pelo intestino delgado, um jeito de encarar a vida que prejudica o seu funcionamento levando a constipação.

         O Intestino Grosso (I.G.) é responsável pelo preparo da eliminação da matéria residual (é o grande eliminador do organismo). “(...) é um sistema de esgoto que por negligência tem se tornado uma fossa sanitária que distila os venenos da deterioração, fermentação e putrefação no sangue contaminando o cérebro e o sistema nervoso, nos tornando deprimidos e irritadiços”. V.E.Irons

         Quando temos uma atitude de medo de se relacionar, falta de espontaneidade e de expressão emocional... Quando unimos nossa mente crítica com nossa dificuldade emocional de assimilar e expressar nossos sentimentos mais profundos interrompemos todo trabalho dos intestinos. Nos “trancamos”, não exteriorizando nossos sentimentos. Acabamos com a simplicidade, espontaneidade e capacidade de sermos generosos e comunicativo-expressivos.
         Aprendermos a expressar o que sentimos e a acreditar que vale à pena nos relacionarmos com a vida de uma forma mais aberta trocando a atitude desconfiada e defensivo é o início da autocura de todo nosso sistema (não só intestinal).
        
         Além de uma atitude aberta e saudável é indispensável tomarmos bastante água (todas as nossas células e até nossos ossos agradecem). Uma alimentação equilibrada com frutas, verduras, legumes, fibras é fundamental. Fazer exercícios regularmente e caminhadas ajuda toda a circulação além de quebrar com o stress se feito ao ar livre.

         Outra aliada que temos é a Massagem Abdominal para a liberação dos intestinos que pode ser aprendida para ser feita diariamente (em 5 minutos). É uma massagem abdominal que ajuda a eliminar as toxinas e “ensina” aos intestinos que perderam a capacidade de efetuar seus movimentos peristálticos e se tornaram espásticos a voltarem a trabalhar normalmente. Os laxantes prejudicam esses músculos ao forçarem os intestinos a se retorcer, “viciando” o organismo nestas substâncias. Com a massagem abdominal para os intestinos reproduzimos com os movimentos dos dedos e das mãos no abdômen os movimentos que os intestinos fariam se tivessem saudáveis. Assim os intestinos que estavam sobrecarregados têm tempo livre para eliminar as toxinas e materiais presos ao mesmo tempo em que são adequadamente estimulados e reaprendem a se movimentar. É o fim dos laxantes e do mal-estar. Lembre-se de que a natureza nos deu TUDO o que precisamos para andar em equilíbrio e saúde, cabe a nós voltarmos a trilhar um caminho de mais simplicidade para nosso bem-estar e saúde.

A ESCOLIOSE E A SOMATIZAÇÃO

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


         Escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral. Tem como característica um glúteo mais caído, um ombro mais caído ou uma perna mais curta que a outra.
         Em termos de somatização as atitudes que podem levar a Escoliose dizem respeito a dar muito valor às opiniões dos outros a ponto de nos abalarmos com as críticas. Somatizamos quando não conseguimos “ficar do próprio lado” frente a estas críticas e então “saímos do nosso centro interior”. Devemos ficar alertas quando sentimos que saímos do próprio eixo interior ao dar excessivo valor às opiniões alheias, pois assim tendemos a passar de auto-sabotagem em auto-sabotagem e isso mina nossa perseverança que é necessária para alcançarmos nossos objetivos. Todo cuidado é pouco porque tendemos a não perceber que a responsabilidade pelas próprias dificuldades são nossas mesmo, tendendo a projetar nos outros essas dificuldades em forma de acusações como (não consegui porque você me atrapalhou; não tive tempo porque me dediquei a você, etc.).  O maior desafio com a somatização da Escoliose é nos conscientizarmos de nossas próprias limitações e falhas porque ao não percebê-las não podemos tratá-las o que nos impede de mudarmos nossa vida.
         A maior lição aqui é aprendermos a ficar do próprio lacom com apoio incondicional não dependendo dos bons resultados para nos sentirmos seguros frente a nós e aos outros, mas sendo tão apoiadores e compreensivos conosco como conseguimos ser com os outros. Devemos ser nossos melhores amigos.
                Vale lembrar que este é um problema que pode ser tratado com a Massagem Terapêutica e Ventosaterapia juntos.

A SOMATIZAÇÃO E A REGIÃO COCÍGEA

Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.

         Contrações, contraturas e acidentes nesta região costumam surgir quando sentimos necessidade de efetuarmos mudanças para melhora a realidade e não conseguimos manter a serenidade no período de transição. O ideal seria aproveitar a fase de transição para nos fortalecermos e prepararmos e às pessoas à volta para a aceitação das mudanças que serão feitas e já foram programadas por nós. Ao nos impacientarmos e irritarmos com a demora na concretização das mudanças pode se iniciar a somatização com a Região Coccígea. Portanto, nossa atitude e sentimento nos períodos de transições e mudanças; o grau de nossa segurança interior e equilíbrio é o que faz a diferença entre saúde ou desequilíbrio nesta região.



A SOMATIZAÇÃO E A REGIÃO SACRAL

Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


         Podemos somatizar os desvios da coluna na REGIÃO SACRAL (que simboliza nossa força vital que nos mantém estimuladas) quando nos abalamos emocionalmente com impedimentos na concretização de objetivos. Tendemos a somatização nessa região quando esses impedimentos abalam a força vital que mantém a pessoa estimulada e impulsionada para agir na realidade exterior do mundo. Quando perdemos o estímulo tendemos a nos voltar para dentro, nos isolando e ficando indiferentes ao meio exterior. Isso acontece com freqüência com pessoas mimadas ou com falta de autoconfiança, desistindo então, já nos primeiros obstáculos; perdendo o interesse e a empolgação passando a agir com irritação com terceiros ou com auto-agressão. A lição aqui é aprender a manter a persistência, a empolgação e motivação mesmo e principalmente frente aos obstáculos. É nos mantermos tranqüilos frente aos impedimentos na concretização de nossos objetivos, pois só assim podemos crescer; amadurecer e manter essa região saudável.




A SOMATIZAÇÃO E A CIFOSE ou HIPERCIFOSE.

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


         CIFOSE OU HIPERCIFOSE: É o aumento da curvatura anatômica da região dorsal (corcunda) e tem como característica a elevação da região centra das costas (calombo), ombros e cabeça projetados para a gente.
         As atitudes e emoções que fazem parte da somatização da Cifose ou Hipercifose estão relacionadas à nossa falta de segurança interior para colocar limites nas relações e estabelecer desde o princípio o que diz respeito à nos e o que é pertinente ao outro. Devemos ficar alertas quando não conseguimos priorizar as próprias metas e necessidades sem nos preocupar se vamos agradar ou desagradar ao outro. Quando não conseguimos adotar u posicionamento firme e destemido ao próprio favor e não colocamos limites nos relacionamentos tendemos a ficar submissos e seguir pela autonegação. Quando nos anulamos para não desagradar ao outro e fazemos tudo para estar à altura das expectativas alheias podemos iniciar uma somatização relacionada à CIFOSE ou HIPERCIFOSE.
         OBS.: Cuidado para não temer novos relacionamentos pelas dificuldades com os antigos. Aprenda as lições e supere os próprios limites e dificuldades interiores e siga em frente, pois a Vida o aguarda.

A SOMATIZAÇÃO E O BICO DE PAPAGAIO OU OSTEÓFITO

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


                Todos aqueles que perceberem que não se sentem merecedores dos privilégios que gostariam de conquistar devem ficar alertas porque, podemos “como imãs que somos” atrair para nós a experiência de passarmos por imprevistos e situações de não recebimentos dos mesmos. Quando encontramos dificuldades para realizar o que gostamos (como algum hobby) tendemos a reforçar o sentimento de não sermos merecedoras. Ao nos sentirmos assim podemos entrar num processo de autopunição dedicando-nos excessivamente a até a exaustão aos afazeres com sarcasmo e insatisfação; podemos passar a nos dedicar exclusivamente aos afazeres e notar que quando tiramos folga sentimos um misto de culpa e prazer. Este é o caminho mais curto para a somatização do Osteófito.
         Nosso equilíbrio e saúde dependem muito do quanto conseguimos nos entregar e “curtir” o que gostamos de fazer. Quem só se dedica às obrigações e leva a vida muito a sério envelhece precocemente e inicia um processo degenerativo muito significativo.

ASOMATIZAÇÃO E A LORDOSE OU HIPERLORDOSE LOMBAR

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


         LORDOSE OU HIPERLORDOSE LOMBAR é o aumento da curvatura anatômica da região lombar e se caracteriza por glúteos muito empinados e barriga projetada para frente.

         As atitudes e emoções que prejudicam a saúde da região lombar dizem respeito a nossa falta de capacidade para expressar de forma simples o que nos é importante e nos dá prazer em realizar, o que com freqüência pode nos fazer abandonar as atividades para nós prazerosas. O pior é que na maior parte das vezes usamos desculpas como não termos o apoio necessário, a companhia da pessoa que gostaríamos de ter ao nosso lado, a motivação, et. “Esquecemos” convenientemente que cabe somente a nós alimentarmos os nossos potenciais criativos, hobby, lazer. Afinal, nós é que curtimos estas atividades. Essa falta de entrega ao que é prazeroso pode levar a pessoa a se dedicar exclusiva e exaustivamente as atividades que passam a ser executadas por obrigação nos enrijecendo por dentro e por fora, exterminando com a espontaneidade.
         Então se pergunte com honestidade que atividades, hobby, lazer te dá prazer? Consegues expressar abertamente para as pessoas com quem convive o que é importante para ti? Ou esperas que os outros adivinhem ou “saibam” simplesmente?
         Não esqueçamos da simplicidade infantil que tão bem se expressa e procuremos desde já resgatar essa parte importante que pode ficar atrofiada, prejudicando uma vida que pode sim ser vivida de forma plena.



NERVO CIÁTICO E A SOMATIZAÇÃO

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.


         A somatização com o NERVO CIÁTICO tende a ocorrer em decorrência da falta de perspectiva futura; quando começamos a fazer previsões negativas para o futuro; quando projetamos no futuro os problemas atuais (sejam eles de ordem econômica, profissional, etc.). Não faças previsões para o amanhã nem te preocupes obsessivamente com os problemas atuais: eles não estavam ali ontem e provavelmente não estarão mais ali amanhã.
         A lição aqui é um teste de FÉ e abertura para as saídas que a vida pode nos trazer se soubermos e ousarmos nos abrir para novas possibilidades.


A SOMATIZAÇÃO E A LORDOSE OU HIPERLORDOSE CERVICAL

         Somatizar é passar para o corpo o que pensamos e/ou sentimos.

LORDOSE ou HIPERLORDOSE CERVICAL é o aumento da curvatura anatômica da região cervical.

         As atitudes que tendem a afetar esta região são o acreditar que com o pensamento crítico e racional vamos resolver as coisas. Quando passamos muito tempo ruminando os problemas e tentando resolvê-los pelo processo mental ou ainda quando “pressentimos” o pior dos acontecimentos; quando temos dificuldade em acreditar que alguém mais além de nós pode resolver as coisas... Quando nos tornamos pessoas centralizadoras, nos colocando no centro dos acontecimentos como quem vai resolver tudo, como se tudo dependesse apenas de nós... Devemos perceber que nosso excesso de planejamento indica nossa dificuldade em sermos espontâneos, demonstrando ainda nossa falta de FÉ no processo da VIDA. Demonstra nossa falta de imparcialidade e de capacidade de afastamento emocional da situação o que é indispensável para podermos perceber claramente a realidade do meio sem fazermos projeções. Este é o caminho ideal para somatizar a Lordose ou Hiperlordose Cervical ou ainda ter uma crise de Torcicolo.
         Tudo o que sentimos e pensamos é refletido no corpo e isso é algo que podemos aprender a rever.