ESPAÇO DE TERAPIAS ORIENTAIS E MASSOTERAPIA

MASSAGENS - TERAPÊUTICA, ESTÉTICA, RELAXANTE, DRENAGEM LINFÁTICA

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sábado, 14 de janeiro de 2012

A doença do ponto de vista Oriental – M.T.C.

Temos um governo que nos governa porque somos todos “um bando de desgovernados”? Esta foi a abertura de uma das primeiras aulas de M.T.C. (Medicina Tradicional Chinesa); questão levantada pelo Mestre Júlio Prieto.
            Do ponto de vista Oriental ficamos doentes porque perdemos nosso equilíbrio interior e nossa conexão com a Inteligência Universal; as forças e energias universais. O Oriente vê o homem como uma entidade energética e nosso desafio contemporâneo quando falamos em saúde é reaprendermos a ter esta visão a partir de experiências próprias. Porque somente o indivíduo pode sentir a energia fluindo em seu ser e ninguém pode nos dar esta experiência; sou eu que tenho que ficar atenta para o que me dá bem-estar e para o que me faz mal.
            A melhor medicina é a preventiva, aquela que está à frente da manifestação do desequilíbrio, aquela que ouve os primeiros sinais de que algo está errado e se antecipa, pega um atalho para o reequilíbrio.
            Nossa cultura Ocidental nos incutiu uma visão de homem econômico onde estamos todos à serviço de uma entidade econômica voltada para o consumo, para alimentar a indústria farmacêutica e dar continuidade a um governo que não se interessa pela saúde de seus governados. O governo não tem o menor interesse pela Medicina Preventiva ou formas alternativas e naturais de manutenção da saúde e o povo esta muito ocupado e alienado, escravizado a esta estrutura de forma que nem pensa nas alternativas. As mensagens subliminares são tantas, e as ouvimos com tanta freqüência, que nem nos damos conta de sua gravidade e implicações. As propagandas dizem: ”Antes de comer um gordo churrasco ou sair para a bebedeira tome um “eplev” e resolva o problema”. Isto é, dê continuidade aos mesmos padrões que levam a doenças e desgastes físicos, desde que mantenhas a necessidade de consumir nossas drogas e encher nossos bolsos, trouxa. Então, estamos basicamente voltados para as linhas de produção sem nos realizarmos como seres, empobrecendo nossa cultura ao tornar mendigo (medíocre) o indivíduo que não está mais voltado para enriquecê-lo interiormente e viver com o que pode consumir e usar. Estamos acostumados à necessidade de extravagância, onde nosso “copo nunca cheio o suficiente”, desejando sempre mais de tudo (e desde criança  o sistema cria a necessidade de colecionarmos brinquedos de forma compulsiva, assim como as crianças femininas adultas colecionam compulsivamente sapatos e bolsas...). Este é um dos desequilíbrios de nossa época. Não queremos viver com o básico, mas a ganância e a competitividade e a inveja do que o outro tem e aparente é o que impulsiona o agir. Ninguém se pergunta o que estamos criando como seres para enriquecer e deixar como legado para as gerações futuras. Por exemplo, os índios norte americanos só cortavam a oitava árvore, pois as sete primeiras deveriam ser poupadas para que as próximas sete gerações estivessem asseguradas. Eles não pensavam apenas que suas ações iriam ter conseqüências na geração posterior, mas sim pelas próximas sete gerações; eles agiam hoje conscientes das conseqüências pelas próximas sete gerações. Hoje destruímos e consumimos o máximo que conseguimos sem nos importarmos com mais ninguém – além do próprio ego é claro. Não me espanta porque estamos tendo uma fascinação pelos filmes onde o interesse se volta para os vampiros (nosso reflexo no espelho), pois somos os próprios, sugando a força vital dos outros humanos e de tudo o mais (outros seres como plantas, animais e minerais; nada escapa ao bicho homem).
            Segundo consta, “na época da escravidão” os escravos trabalhavam por roupa, comida e casa. E hoje somos um povo livre, mas que é obrigado a votar; a trabalhar por um salário “mínimo” que quase vive pela sobrevivência, sendo visto e tratado como uma peça (muito facilmente substituível) de abastecimento de uma grande engrenagem da qual se beneficiam poucos e mantém a maioria hipnotizadamente voltada ao consumo desenfreado. Muitas pessoas ligam “o piloto no automático” e trabalham o mês inteiro pensando fixamente no objeto de consumo; não mais vivenciamos os momentos como se fossem os últimos, valorizando nossas oportunidades e procurando o equilíbrio do nosso ser. Nosso ser?   OSHO no seu livro “Intimidade” afirma: “No mundo moderno, a intimidade está desaparecendo. Até mesmo as pessoas que se amam não são íntimas. (...) A razão é que não há nada a compartilhar.” Estamos vivendo a época da “pobreza interior”, da futilidade, da mentira, como padrão a ser seguido.
            A verdade é que cada um deveria ser responsável pela própria saúde, mas hoje temos um alto desenvolvimento tecnológico, com aparelhos cada vez mais sofisticados e remédios mais complexos, mas não há o que chegue, porque cada vez há mais enfermos e hospitais. Porque nossa medicina nutre a si própria ao tornar o enfermo cativo dos medicamentos, das drogas que bombardeiam seu sistema orgânico e de energia sutil. Cada medicamento ingerido tem três ou mais “efeitos colaterais”. Exemplo: tomo um remédio para o ouvido que afeta meu estômago e ao tomar o remédio para o estômago, este afeta meus intestinos ou pulmões e etc., ad infinitum.  
            Se o governo se preocupasse com a saúde de seus governados investiria na Medicina Preventiva e manteria os bairros das cidades com visitas periódicas de incentivo a manutenção da saúde de seus moradores; da boa alimentação (abaixo as bolachas recheadas, os salgadinhos, os refrigerantes, etc.). Quanto aos refrigerantes e água com gás: o gás contém fosfato que não deixa fixar o ferro no organismo favorecendo problemas como anemias (mas ninguém nos informa deste “detalhe”; além de conter bicarbonato que não é inofensivo. Adoecemos porque nos desviamos do caminho, perdemos a conexão e até a identidade, e hoje perpetuamos este padrão os passando para nossos filhos (é só olhar nas escolas e ver os lanches das crianças). Para agravar a situação não temos mais médicos e sim “despachantes” que atendem o maior número de pacientes no menor tempo possível (e às vezes sem sequer olhar para quem está a sua frente), se limitando a prescrever antibióticos e corticóides (que destroem os tecidos moles e formam glaucoma).
             Segundo a Medicina Tradicional Chinesa somos influenciados por três forças que são: celeste, terrestre e humana. As celestes entram pelo nariz fortalecendo ou trazendo doença aos pulmões e intestino grosso (e por isso é tão importante respirarmos adequadamente, levando o ar até a zona infra-umbilical (mas o governo não nos envia ninguém para trabalhar o fortalecimento dos nossos pulmões e músculos diafragmáticos), também não nos importamos com a poluição do ambiente e a qualidade do ar que respiramos (nem os fumantes). A segunda força é a terrestre que vem da Mãe Terra e entra pela boca fortalecendo ou prejudicando os canais do Estômago e Baço/pâncreas. Comemos e bebemos como verdadeiros inimigos de nossas células e organismo, não percebendo que depois de perdermos a saúde da morada de nossa alma (corpo físico) este não pode mais nos manter nesse plano. A terceira força é a humana que vem do que chamamos de “entorno” que é o meio em que vivo, as pessoas com quem convivo, a forma de viver, o trabalho que curto ou detesto, afetando todo meu ser, sobretudo meu psiquismo. Somos o resultado destas três forças operando de forma equilibrada, harmônica e como desgovernados que somos não nos responsabilizamos e não mudamos nenhum dos padrões que poderiam nos beneficiar, caso tentássemos. Somos tão desgovernados que nem nos amamos mais, que nem sentimos mais que este mundo não seria o mesmo se partíssemos deste plano hoje por alguma doença. Cada ser é fundamental à Vida e cabe a nós fazermos jus a vida que pulsa em nossas células. Cabe a cada um de nós questionarmos como estamos favorecendo ou prejudicando nossa saúde. Mas como desgovernados que somos...

domingo, 8 de janeiro de 2012

DOENÇAS NA M.T.C.

PARA A MEDICINA TRADICIONAL CHINESA A PRIMEIRA DOENÇA NASCEU QUANDO A PRIMEIRA MENTIRA FOI PRONUNCIADA.

Sinusite e olhos

Você sabia que a sinusite enfraquece a visão?

Para quem sofre deste problema e quer se prevenir tente acrescentar mais chicória as refeições e usar pedras de água-marinha como pingente ou brinco (próximo às vistas).
Não tem contra-indicação e só traz benefícios.

Como baixar a presão

Você sabia?

Para baixar a pressão arterial experimente colocar os pés em água gelada por um tempo.
OBS.: Para quem não for diabético.